quarta-feira, 1 de julho de 2009

Alberto

8 comentários:

Anônimo disse...

tropeço da familia adams?

Artur W. disse...

Grande goleiro do final dos anos 60

Anônimo disse...

OLHA A MÃO DE RAQUETE DO HOMI, LUVAS PRA QUE, NÉ BAGUAL?

Anônimo disse...

ótimo goleiro, só nao foi p/ copa de 70, por problemas de renovaçao de contrato com o gremio, culpa de quem? flavio ovino...

Anônimo disse...

Alguém sabe o nome completo do Alberto?

César Freitas disse...

Chama-se Alberto Silveira, nascido em 22-12-1937 na cidade de Canoas/RS, atualmente é proprietário da Oficini Alkari, no bairro Cristal, em Porto Alegre.

Anônimo disse...

São Alberto lembram?fez milagres mas acabou em obino

Anônimo disse...

Faleceu nesta sexta-feira (15 de novembro de 2012), no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, o ex-goleiro Alberto, heptacampeão gaúcho com o Tricolor em 1963, 65, 66, 67 e 68, formando uma defesa inesquecível ao lado de Altemir, Airton Pavilhão, Áureo e Ortunho. Pegador de pênalti, chegou a defender a Seleção Brasileira ao lado de Pelé. Em 1968 foi eleito o melhor goleiro do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, competição que deu origem ao Campeonato Brasileiro. Alberto atuou também pelo América-RJ, Aimoré e no Paraguai.
Alberto Silveira tinha 74 anos e foi vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
No dia 08 de dezembro, ele seria um dos homenageados na inauguração da Arena.
Titular nas conquistas do Gauchão do Grêmio em 1963, 65, 66, 67 e 68, Alberto formou uma defesa que tinha ainda Altemir, Airton Pavilhão, Áureo e Ortunho. Também jogou ao lado lendas gremistas como Everaldo e Alcindo e chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira, atuando na companhia de Pelé e outros astros. Em 1968, foi considerado o melhor goleiro do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o embrião do Campeonato Brasileiro.

Seu nome era cotado como possível convocado para a Copa do Mundo de 1970, mas um impasse na renovação de contrato com o Grêmio, em 1969, acabou emperrando a carreira do goleiro. Grêmio e Alberto não chegaram a um acordo e o então atleta foi colocado na "geladeira" _ ficou mais de um ano sem jogar.
— Ele ficou chateado com a direção da época, mas sempre foi um gremista fanático — conta o filho Christian, revelando que havia a possibilidade do pai ser homenageado na Arena.
Ainda pelo tricolor, o ex-goleiro participou do famoso clássico Gre-Nal de 1969 em que apenas ele e Dorinho, do Inter, não foram expulsos. Depois do imbróglio com o Grêmio, Alberto transferiu-se para o América-RJ, onde jogou até 1972. Segundo Christian, uma entrada violenta do ex-jogador Fio Maravilha abreviou a carreira do goleiro, que atuou ainda no Aimoré de São Leopoldo e no futebol paraguaio. Sempre foi considerado um goleiro seguro e pegador de pênaltis, além de ter sorte em momentos que precisava.
Morador do bairro Ipanema, Zona Sul da Capital, Alberto participava de um projeto da prefeitura, no qual dava aulas a crianças carentes. Ele deixa, além de Christian, a filha Taiane e a mulher Maria Celeste.

Administração do JJnG
Fonte: Diário Gaúcho