quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Neca


11 comentários:

Anônimo disse...

Que pena que na época de Antonio Rodrigues Filho (Neca) nossotime não ganhava nada...sejogasse hoje entraria com uma perna só. Grande goleador, todo jogo tinha gol dele,iamos ao jogo com a certezade que Neca faria Gol. Grande Neca

Artur disse...

Goleador. Jogou na Seleção.

Anônimo disse...

Antônio Rodrigues Filho (Rio Grande, 15 de abril de 1950), mais conhecido como Neca, é um ex-futebolista brasileiro.

[editar] Carreira
Meio-campista cujos fortes eram o cabeceio[1] e a visão de gol[2], Neca começou no Sport Club Rio Grande, em 1967, e de lá foi para o Esportivo, de Bento Gonçalves, em 1969[3]. Ficou por seis anos em Bento Gonçalves, até ser contratado pelo Grêmio, em 1975 por insistência de Ênio Andrade[4]. Lá ele foi convocado para a Seleção Brasileira, no que foi considerado a grande surpresa.[4] da convocação do técnico Oswaldo Brandão para alguns torneios amistosos. Estreou em 19 de maio de 1976, na Taça do Atlântico, contra a Argentina, e marcou o segundo gol da vitória por 2 a 0, aos 43 minutos do segundo tempo. Começou a partida seguinte, em 23 de maio, contra a Inglaterra, pelo Torneio Bicentenário dos Estados Unidos, mas foi substituído no intervalo. Três jogos depois, em 9 de junho, entrou no segundo tempo, no lugar de Geraldo, e encerrou sua participação em jogos oficiais pela Seleção com um total de um gol em três jogos. Participou ainda de três jogos não-oficiais, sem marcar gols, em junho, outubro e dezembro do mesmo ano[5], os dois últimos já como atleta do Corinthians, para onde foi no meio do ano.

No Parque São Jorge, fez alguns bons jogos na campanha em que o time foi vice-campeão brasileiro e marcou dez gols em 22 jogos.[6] Entretanto, foi dispensado logo após o torneio[7] e foi chamado de "pipoqueiro" pelos corintianos.[8] "Eu adorava o Corinthians, sua maravilhosa torcida, os companheiros, todos sensacionais", lamentou. "Mas foi um alívio sair."[9]

Acabou no Cruzeiro, onde chegou questionado, embora fosse o único reforço do time para 1977 que tivesse algum nome.[9] "Se eu fosse isso que dizem de mim [jogador que "foge do pau"]", desafiava ao chegar, "o Cruzeiro não teria me comprado."[9] No time de Belo Horizonte, marcou 17 gols em 45 jogos[10], apesar de dividir espaço com Eli, jogador com características parecidas com as suas.[2] Lá foi vice-campeão da Libertadores e campeão mineiro em 1977, mesmo sem jogar as três partidas desta última final, quando estava sendo negociado com o São Paulo. O time paulista, relutante por causa da fama do meia, só aceitou a negociação depois de muita insistência do então técnico Rubens Minelli.[7] Para convencer a diretoria, Minelli levou o jogador ao presidente do clube, Henri Aidar, e falou para ele: "Sabe qual é a fama que você tem em São Paulo? De mercenário, mau-caráter, líder negativo e covarde. O que você responde?"[7] Neca respondeu: "Então faça o seguinte, presidente: em vez de comprar meu passe, traga-me por empréstimo, só para me analisar melhor."[7] Aidar aceitou o desafio, o o jogador foi para o seu quarto clube no período de um ano.[8]

No São Paulo, teve altos e baixos, mas conquistou o título do Campeonato Brasileiro de 1977. Em sua sexta partida pelo time, já no campeonato nacional, foi bastante vaiado pela torcida no Pacaembu ao ser substituído por Marcos, o que gerou um comentário magoado do jogador: "Essa mesma torcida que me vaiou hoje ainda vai me aplaudir de pé."[11] Depois disso, não chegou a ter atuações de destaque, mas teve seu nome cantado pela torcida antes da partida contra o CRB.[12] Mesmo assim, pela primeira vez em sua carreira[13] ficou na reserva, no primeiro jogo das semifinais e na final, mas entrou no segundo tempo em ambas as partidas. Na final, protagonizou o lance em que o atleticano Ângelo quebrou a perna em uma dividida com o são-paulino — quem levou a "fama" pelo lance foi Chicão, que deu uma pisada no adversário quando ele estava no chão após o lance.[14]

Ficou no São Paulo, onde marcou 27 gols em 103 jogos[15], até 1980, quando se transferiu para o América, do Rio de Janeiro. No ano seguinte, foi para o São Paulo, de Rio Grande, onde ficou até 1984. Em 1987, depois de dois anos parado, defendeu ainda o Rio Grande, pela segunda vez, e o Rio-Grandense, onde encerrou a carreira.

Anônimo disse...

Neca foi um criminoso!!!! Jogou no Grêmio, São Paulo e Cruzeiro. Quebou a perna de um colega de profissão de forma desleal e criminosa em troca de que seu Neca?
Bandido!!! Covarde!!! Pode até dizer que "não teve a intenção", mas as imagens são claras, vc foi por cima da bola, na Canela, seu "canalha". Não te desejo o mesmo fim do chicão, desejo que vc viva muito sabendo que é um canalha e porqueira e que seus filhos e netos saibam o "mer..." que você é.

Neca disse...

Escreve uma merdalhada desta NÃO ASSINA e eu é que sou covarde ?????

walney disse...

Neca, sou seu fã ... Lembro quando vc jogava no Esportivo e contra meu time O Grêmio vc fez tres gols e assim e por isso por seu talento e competência foi contratado ... gostaria d saber d alguém sobre um amistoso do Grêmio contra o Huracán q se não me falha a memória vc fez cinco gols.. foi isso né? alguem pode me clarear a memória .... walney costa wwwalney@gmail.com

Anônimo disse...

ênio Andrade foi para o Grêmio e levou Cacau e Neca. Jogavam muito.

Anônimo disse...

O cara deve ser amigo do Ângelo, para xingar tanto o Neca. Mas, que a entrada foi criminosa, foi mesmo.

ana julia disse...

Gostaria de manter contato com Neca, sou sua fã desde criança e, hj, com o advento da net, gostaria de revê-lo em fotos, saber de sua vida, o que faz em seus dias, enfim. Por onde andas, Neca?
ana julia
juliazoppi@bol.com.br
Aguardo contato

Anônimo disse...

Grande jogador, técnico e finalizador, sabia se colocar, fazia muito gol de cabeça, jogava bonito mesmo. Merecia ser melhor trabalhado. Valeu, Neca!! Saudades do seu futebol. Dá-lhe Grêmio!
Dennison Paixão

Marcos Castro disse...

Sou colorado, mas Neca jogava demais. Basta ver a trajetória dele. Quando teve companhia qualificada seu futebol apareceu. Vi ele jogar junto com o Cacau e o Iura. Não tinha para eles quando o negócio era enfrentar Falcão, Paulo César, Caçapava, mas eram afinados e perigosos. Perna quebrada! Pelé também quebrou perna adversária em mais de uma vez. É do jogo que é praticado com os pés.

Marcos Castro - Erechim-RS