sábado, 27 de setembro de 2008

Ladinho


9 comentários:

Anônimo disse...

Lateral esquerdo (daí o apelido Ladinho) do mitológico time de 77. Voz fina. Talvez o mais enigmático jogador que já passou pelo Grêmio. De onde veio, para onde foi, onde está? Fez golaço em Grenal, numa rara subida além do meio campo (jogava-se em rígido 4-3-3), Grêmio 3x2.

Anônimo disse...

Confirmando o comentário do amigo aí, é, de fato o jogador mais enigmático da história do Grêmio. Poucos lembram de onde veio e para onde foi depois. Sobre ele, sei que fez carreira no Paraná e em Santa Catarina. Era um ótimo lateral e veio já com mais de 30 anos para o Grêmio. Só que parece que o apelido não veio por causa da posição, não. Veio pelo seu nome, que, se não me engano, era Adelardo Madalena.
Abraços,

SANDRO

Jaqueline disse...

É natural de Tubarão, SC. Antes de chegar no Grêmio jogou pelo extinto E.C. Ferroviário, de sua cidade natal. Após foi para o Joinville E.C. onde se destacou até chegar ao Grêmio. Ancerrou sua carreira como jogador e foi treinador durante muitos anos, diringindo vários clubes do Futebol Catarinense. Hoje está aposentado e mora em Tubarão, SC.

Mauro S disse...

Grande lateral, simples e eficiente!

Anônimo disse...

Fui a Tubarão hoje e conheci o Ladinho! Em outubro irei pra lá denovo e tiro uma foto com ele!

heraldo disse...

este merecia um trapo!

Mário disse...

Corbo, Eurico e Ladinho. Ancheta e Oberdan. Não se faz mais uma defesa desta. Ladinho, muito bom lateral.

regis disse...

Ladinho saiu do Ferroviário e foi para o América de Joinville em 1969. Em 70 e 71 estava na Portuguesa SP, somente indo para o Joinville em 72. Antes de ir para o Grêmio, jogou no At. PR depois de 73. Por indicação do Técnico Lauro Búrigo foi para o tricolor.Ele disse: "nas minhas contas joguei 12 grenais. Só perdi o primeiro e o último". Hoje mora em uma chácara no bairro Cruzeiro em Tubarão.Grande Adelardo, excewlente lateral.

Anônimo disse...

Enquanto Adelardo Madalena vestiu a camisa azul, preta e branca, o Internacional de Falcão não tinha muita sorte nos Gre-Nais. “Nas minhas contas, joguei 12 clássicos. Só perdi dois: o primeiro e o último”, assegura Ladinho, lateral-esquerdo do Grêmio entre 1977 e 79.

Nascido em Tubarão-SC, em 24 de janeiro de 1947, ele começou no Ferroviário, de sua cidade natal, em 64, sendo protagonistas de diversos clássicos Ferro-Luz, contra o Hercílio Luz. “Sempre foi uma grande rivalidade. O pessoal de Oficinas (Ferroviário) não ia ao Centro (Hercílio) e eles não iam para o Oficinas. Não podia nem passar sobre o trilho”, recorda-se.

Nos cincos anos no Ferrinho, chamou a atenção e passou a defender outras camisas (América de Joinville/SC em 1969, Portuguesa/SP em 70 e 71, Joinville/SC no ano seguinte) até chegar ao Atlético Paranaense, em 73. “Tive uma boa passagem. Fiz 11 gols no Paranaense de 74”. A notoriedade veio depois, quando foi contratado pelo Grêmio, na época comandado por Telê Santana. “O Lauro Búrigo (técnico do Joinville em 1971) me indicou. Na época o zagueiro tinha que ser no estilo guarda-roupa. Eu era magrinho e franzino, por isso me colocaram na ala. E foi na posição que cheguei aos times maiores”, conta.

Ladinho assegura que foi um precursor em sua posição. Por aqueles anos, lateral servia somente para defender. “Era um jogador diferente para aquela posição. O que os alas fazem hoje, de chegar no gol, eu já fazia naquela época”, garante o hoje aposentado que mora numa chácara no bairro Cruzeiro, na querida Tubarão. Hoje com 63 anos, encerrou a carreira após outra passagem pelo Joinville (1980 a 82) e ainda encarou mais sete meses no Avaí, onde encerrou a carreira, aos 35. “Na época, jogador que chegasse aos 30 já era considerado velho, jogador com idade avançada. Dali por diante tentei a carreira de treinador”. Hoje, o pai de Gil e Jean e avô de Gabriela, ainda tem envolvimento esporádico com o futebol, geralmente nas categorias de base, e em dias de Gre-Nal atende a telefonemas da Rádio Gaúcha.

por João Lucas Cardoso, repórter esportivo do Diário do Sul. Tirado do site Terceiro Tempo, do Milton Neves

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